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Polícia Civil e Brigada Militar prendem quatro pessoas que tiravam fotos e estavam com drogas em frente ao presídio

Polícia Civil e Brigada Militar prenderam quatro pessoas na tarde deste domingo (24), em frente ao Presídio Estadual de Dom Pedrito. Segundo o inspetor Patrício Antunes, a Polícia Civil teria recebido a informação de que um veículo Focus escuro estaria nas redondezas do presídi,o e as pessoas que estavam no carro estariam fazendo levantamento fotográfico da casa prisional.

De imediato, os policiais civis, com o apoio da Brigada Militar, se deslocaram para o local, quando efetuaram a abordagem das quatro pessoas – dois homens e duas mulheres. Com eles, os policiais encontraram drogas e várias fotos do presídio nos telefones celulares. Os indivíduos já haviam enviado as imagens, através do Whatsapp, para alguns contatos. A droga apreendida é suficiente para produzir 370 buchas de maconha. Se vendidas a R$ 10,00, o lucro para o tráfico seria de R$ 3,7 mil.

Patrício ainda demonstrou preocupação com toda esta situação, uma vez que nesta semana o PEDP recebeu vários apenados da região metropolitana. “Isso nos preocupa, pois ao mesmo tempo que efetuamos uma prisão de quatro pessoas, temos 18 presos da região metropolitana no Presídio da nossa cidade. Todos esses indivíduos que prendemos hoje são de vasta ficha criminal, tendo passagens por homicídio e assalto”, informou o inspetor.

O delegado Cristiano Ribeiro Ritta determinou lavratura do auto de prisão em flagrante das quatro pessoas por tráfico de drogas. Após serem levados à delegacia de polícia, todos foram encaminhados ao Presídio Estadual de Dom Pedrito. Presos em flagrante: Guilherme Santos do Amaral; Anissah Milagre Saleh El Din Abukamal; Maria Fernanda dos Santos Machado e Jonas Gabriel Hacker Porto.

Uma informação que já havíamos divulgado em outra reportagem, mas que não havia sido confirmada pela direção do presídio, dava conta que alguns destes dez apenados que chegaram nesta última semana ao presídio pertencem à facção dos ‘Bala na Cara’, uma das facções que mais cresce nas cadeias e nas ruas da região metropolitana. A polícia não descarta a hipótese de que os indivíduos estivessem planejando um resgate desses novos presos que chegaram na cidade.

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