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Educadores gaúchos decretam greve em repúdio aos ataques de Sartori

A partir da próxima segunda-feira, dia 16, os educadores do Rio Grande do Sul paralisarão por tempo indeterminado suas atividades em repúdio ao desrespeito do governo Sartori (PMDB) com professores e funcionários de escola, pais, alunos e comunidade escolar.

A Direção Central do CPERS convocou a cada um dos educadores para propagar e fortalecer a greve em suas regiões. Nos próximos dias, a direção e demais representantes do Sindicato irão percorrer escolas do Estado para ressaltar a importância de realizar uma greve massiva para impedir que o governo retire direitos históricos da categoria.

Entre as principais reivindicações dos professores e funcionários de escola estão o pagamento dos salários em dia e na sua integralidade, IPE público e com o regime de solidariedade, nomeação de professores e funcionários de escola, reajuste imediato de 13,01% (2015) mais 11,36% (2016), exigência de um calendário para o pagamento do Piso e a manutenção do Plano de Carreira (ver pauta de reivindicações abaixo).

“No momento em que recebemos apenas 30% do nosso salário, o governo encaminha a Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO a Assembleia Legislativa apontando zero de reajuste para nós, em 2017. Isso significa que podemos entrar 2017 recebendo menos de 20% do nosso Piso Salarial.

Se não bastasse, também aponta para o reenquadramento do Difícil Acesso, ou seja, retirar mais recursos do bolso do educador. Também quer cobrar mais 5% por dependente do IPE Saúde e taxa de hospitalização. E ainda desrespeita a liminar que o proíbe de parcelar nossos salários. Não permitiremos nenhum retrocesso. Agora é greve!”, afirmou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

CPERS
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