Após 376 anos, mulheres finalmente poderão servir como combatentes no Exército Brasileiro
Em decisão inédita, a partir de 2026, mulheres que completarem 18 anos vão poder se alistar para o Efetivo Variável no Brasil

Após decisão inédita do ministro José Múcio Monteiro, do Ministério da Defesa, a partir de 2026 jovens mulheres que completarem 18 anos vão poder se alistar como combatentes do Efetivo Variável do Exército Brasileiro.
Instituição criada há 376 anos, apenas em 1992 passou a aceitar o ingresso de pessoas do sexo feminino, ainda em postos da área da saúde ou com exigências de graduações específicas. Só 2016, as mulheres passaram a ter o direito de prestar o concurso da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx).
Segundo matéria da CNN Brasil, a iniciativa ocorre três meses após o Exército apontar, em um processo no Supremo Tribunal Federal (STF), que a “fisiologia feminina” é fator limitador para o ingresso nas Forças Armadas.
Em contrapartida do Brasil, diversos países já contam com combatentes femininas há anos em seus exércitos.